Edificado, em 1989, para o Banco Nacional Ultramarino, com projeto do arq. Tomás Taveira, recebeu uma Menção Honrosa do Prémio Valmor de 1994.
Este edifício de escritórios tem frente predominante sobre a Av. 5 de Outubro, sendo o tratamento da esquina distinto da restante composição. Integra-se na corrente “free style”, caracterizada pela mistura de várias linguagens, neste caso através dos coroamentos tipo egípcio ou dos volumes neomodernistas do remate da galeria, definidos por um espectro de cor forte e extenso. O júri salientou que este imóvel “(…) expressava no desenho das suas fachadas uma relação formal com um elemento mítico do imaginário popular – a guitarra (…) impondo-se de forma marcante e inovadora no quotidiano da cidade”.
























